Edição 32
Abr/Mai/Jun - 2019

Sobre

O conceito de desenvolvimento sustentável evoluiu nos últimos anos, incorporando variáveis como inovação e capital intelectual, que não constavam do triple bottom line original. Aos três vértices – econômico, social e ambiental – associaram-se a transgressão criativa e a capacitação para a sustentabilidade, criando um novo arcabouço de compreensão sistêmica. É desse novo paradigma que, espera-se, venha surgir um mundo melhor.


Fundada em 1997, ainda no raiar das primeiras luzes sobre o desenvolvimento sustentável, BRASIL SEMPRE, a revista brasileira mais tradicional sobre sustentabilidade, acompanha esse movimento de grandes transformações conceituais, e dá uma guinada radical em sua estrutura. Adicionou novos conselheiros, ganhou um moderno projeto e ampliou a extensão do seu conteúdo. E uma nova revista, que abrange um leque temático mais amplo, um verdadeiro “ecossistema editorial”, merecia um novo nome.


Surgiu a BIOMA, uma revista que pretende contribuir para o avanço no conceito, na compreensão e nas práticas da sustentabilidade.


Para responder aos dilemas e desafios que cercam a Humanidade neste século XXI, BIOMA estende o debate sobre a sustentabilidade, discutindo as fronteiras entre preservação e avanços na ciência, recursos humanos e desenvolvimento, projetos de economia física e gestão integrada do território, urbanismo e qualidade de vida, redução da miséria e iniquidade e enriquecimento das nações, entre outros. BIOMA chegou ao mundo mais fortalecida. Assumiu o portfólio da revista Custo Brasil, da editora Estratagema, incorporando também o seu notável Conselho Estratégico.


Com periodicidade trimestral, e editada em português e inglês, a revista BIOMA tem 80 páginas, tiragem de 22 mil exemplares, com distribuição dirigida no Brasil e no exterior. BIOMA, que, entre outras definições, quer dizer “vida”. É preciso dizer mais?